Livro de Cabeceira especial Dia da Mulher

5 de março de 2026
Tempo de leitura: 2 minutos

 

O Dia Internacional da Mulher é celebrado dia 08/03 e, nesta edição do Positivo em Foco, homenageamos histórias e trajetórias que inspiração. Neste quadro do Livro de Cabeceira, convidamos duas colaboradoras que representam coragem, reflexão e transformação. Por meio de suas leituras, elas mostram como o conhecimento pode ampliar perspectivas e fortalecer a presença feminina em todos os espaços.

Positivo em Foco – Qual é o seu livro de cabeceira?
Jéssica Galdino Ferreira Vargas – Meu Livro de Cabeceira é Nação Dopamina, da Dra. Anna Lembke.

PEF – O que mais chamou sua atenção nessa leitura?
JGFV – O que mais me marcou em Nação Dopamina foi entender que o problema da nossa época não é a falta de prazer, mas o excesso dele. Um cérebro hiperestimulado entra em colapso e chama isso de ansiedade, apatia e vazio. Às vezes, a cura não é mais prazer — é mais silêncio.

PEF – Como esse livro influencia sua vida?
JGFV – Como estudante de Psicologia e estagiária de inclusão, Nação Dopamina me ajudou a entender que muitos comportamentos que vemos no dia a dia — como agitação, impulsividade e dificuldade de foco — muitas vezes refletem um cérebro sobrecarregado de estímulos, e não falta de esforço ou limite.

O livro também reforçou para mim que a autorregulação não nasce do controle, mas da previsibilidade, do vínculo e da redução de estímulos. Essa compreensão tem orientado meu olhar e minha prática na inclusão.

Positivo em Foco – Qual é o seu livro de cabeceira?
Annelize Dutra Feitosa de Souza – Meu Livro de Cabeceira é O Conto da Ilha Desconhecida, de José Saramago.

PEF – O que mais chamou sua atenção na leitura?
ADFS – O que mais me chamou atenção foi a ideia de sair da zona de conforto para se conhecer melhor. A busca pela ilha desconhecida representa a coragem de mudar e de se permitir viver algo novo, mesmo sem certezas.

PEF – Como esse livro influencia sua vida?
ADFS – A leitura do conto me fez pensar na força que existe no momento em que decidimos romper com o conhecido. O homem que vai pedir um barco ao rei não quer uma ilha já marcada nos mapas; ele quer aquilo que ainda não existe para ninguém, mas que existe para ele.

Sair da zona de conforto é exatamente isso:
– é levantar-se do lugar onde todos dizem para ficar;
– é insistir quando o mundo inteiro repete que “já não há ilhas desconhecidas”;
– é seguir mesmo sem ter certeza, sem tripulação, sem garantias.


E você, qual livro tem ocupado a sua cabeceira ou a sua rotina nos últimos dias?

Envie sua indicação para o Positivo em Foco e participe das próximas edições, compartilhando histórias, aprendizados e inspirações por meio da leitura  clicando aqui.

 

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