Tempo de leitura: 9 minutos
Ao explorar temas e gêneros variados por meio da leitura, enriquecemos nosso repertório, exercitamos a criatividade e encontramos novas formas de refletir sobre a vida e a sociedade. Nesta edição do Livro de Cabeceira, reunimos indicações de três colaboradoras, que convidam à descoberta, à inspiração e ao prazer de percorrer caminhos que só os livros são capazes de abrir.
![]()
Positivo em Foco – Qual é o seu livro de cabeceira?
Joanice de Moura Andrade – Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago.
PEF – Como esse livro influencia sua vida?
JMA – Esse livro me fez refletir sobre a bondade e a maldade humana, o quanto regras são essenciais para a ordem social e que nossa sociedade é extremamente frágil moralmente. Situações que, mesmo com o passar dos anos, permanecem presentes.
PEF – O que mais chamou sua atenção na leitura?
JMA – A ideia de que, na realidade, a maioria absoluta das pessoas só se comporta de modo justo e adequado quando sabe que está sendo observada.
![]()
Positivo em Foco – Qual é o seu livro de cabeceira?
Mônia Santiestevan – Dias de Abandono, de Elena Ferrante.
PEF – Como esse livro influencia sua vida?
MS – A boa literatura influencia quando é capaz de transcender a ficção e despertar reconhecimento, reflexão e sentimento. Quando uma obra nos atravessa, ela costuma tocar experiências, emoções ou conflitos que, de alguma forma, dialogam com a nossa própria trajetória
PEF – O que mais chamou sua atenção na leitura?
MS –A maneira como Elena escreve revela uma capacidade única de envolver o leitor e nos fazer conectar profundamente com os personagens e com o enredo, a ponto de sentirmos suas dores, alegrias e experiências. Todas as obras de Elena Ferrante são potentes, mas esta, em especial, me toca de maneira singular.
![]()
Positivo em Foco – Qual é o seu livro de cabeceira?
Vanessa França Silva – A coragem de ser imperfeito, de Brené Brown.
PEF – Como esse livro influencia sua vida?
VFS – Esse foi um livro que mudou bastante a minha forma de pensar. Ele me fez enxergar que tentar ser perfeito o tempo todo só afasta a gente do que realmente importa. A autora mostra que aceitar nossas falhas e vulnerabilidades não é sinal de fraqueza, mas de coragem. Essa ideia me ajudou a ser mais leve comigo mesmo e, também, mais compreensivo com os outros. No fim, é um livro que faz a gente repensar muita coisa sobre autenticidade e sobre o que realmente significa viver bem.
PEF – O que mais chamou sua atenção na leitura?
VFS – Foi a forma que o autor fala sobre que a vulnerabilidade não é uma fraqueza, mas sim uma grande fonte de coragem. Isso quebra totalmente aquela ideia de que precisamos estar sempre no controle ou parecer fortes o tempo todo.
E você, qual livro de literatura ou desenvolvimento profissional tem ocupado a sua cabeceira ou a sua rotina nos últimos dias?
Envie sua indicação para o Positivo em Foco e participe das próximas edições, compartilhando histórias, aprendizados e inspirações por meio da leitura, clicando aqui.